Duas filas, sendo que numa das filas o primeiro jogador não tem bola.
O jogador sem bola faz um corte V para receber a bola, sendo que imediatamente após recebê-la deve colocá-la no chão mediante a utilização do drible de poder (power drible).
Deve aplicar o drible de recúo numa posição lateral (peito de frente para a linha lateral e driblando com a mão direita, segundo o diagrama).
Após conseguir uma boa separação com o drible de recúo, mantém o drible junto do pé mais recuado e avança em forma de zig zag, atacando o adversário com o pé mais frontal (mantendo sempre o drible lateral).
Posteriormente explode para a tabela, utilizando o drible cruzado, ou direto ou no meio das pernas, finalizando com lançamento assim que entrar no garrafão (paint).
Os jogadores da fila contrária aplicam o corte V para procederem ao mesmo exercício, mas com os movimentos contrários.
O atacante deve manter a barra de proteção sempre que aplicar o drible.
No momento que se muda a mão de drible deve-se mudar a velocidade também, ou seja, deve-se explodir para a tabela.
O exercício pode ser adaptado para a finalização com floater, especialmente para os jogadores baixos.
Os jogadores devem rodar de uma fila para a outra, ganhando os seus próprios ressaltos após os lançamentos e levando as bolas para as filas aonde se dirigem.
Rebounding is the least glamorous thing in basketball and one of the most decisive. It is also almost entirely a habit, which means it is entirely coachable.
Good spacing is only the start. The best modern offences teach players to attack the defence's rotations and play in a permanent 4-on-3 - here is how to coach that read.
The ball screen produces almost half of all professional offensive possessions, yet most teams still teach it as a memorised play. The modern approach trains the read - giving players a framework to decide based on what the defence does, not what the coach called.